"Neymar, e mais vinte e dois"
A seleção brasileira de futebol masculino, jogou neste último domingo (7), às 10h da noite (horário de Brasília), no Estádio Mané Garrincha. Sua adversária, nada mais, nada menos que, à seleção do Iraque.
Desde quando convocaram a seleção brasileira pré Olímpica, endeusaram o "Neymar", como se ele fosse o único entre os vinte e três convocados. E agora, quem são os outros vinte e dois?... Neymar versus África do Sul e Iraque? Não. O que aconteceu com Neymar Junior que não conseguiu jogar?... Uma boa resposta seria à cabeça dele não está focada na seleção.
Aliás, têm jogadores na seleção que é puro "marketing"-, como o filho de Mazinho (Rafael). Mazinho foi um grande jogador, mas seu filho não dá! Tem um ditado popular que diz: "filho de peixinho, peixinho é". Entretanto, para o filho do Mazinho essa expressão não o justifica.
Além disso, o capitão é o Neymar, e como capitão se esperava mais dele, mas o que se viu do capitão da seleção, foi irritação, nervosismo, e mais uma vez, entrando na "pilha" dos adversários, como fazem os Sul-americanos quando enfrentam clubes brasileiros, pelas competições locais. Vocês devem se lembrar da última vez que o Neymar perdeu a cabeça contra à Colômbia, pela Copa América?
Contudo, não se pode deixar o Neymar com toda essa responsabilidade nas costas, o que ele precisa fazer é só jogar. Mas, não vamos esquecer de dois que nesse jogo, estavam com às cabeças nos milhões da Europa, Gabigol e Gabriel Jesus. Duas revelações que estão dando um show à parte nos seus clubes. Aqui são conhecidos por seus 'apelidos' engraçados, mas na seleção, esses apelidos desaparecem.
Portanto, essa "nobreza" dos jogadores brasileiros se perdeu no nosso futebol, quem não se lembra dos apelidos curiosos como: Zico, Tostão, Mané Garrincha, Leão, Bebeto, Cafu, Dunga, etc.? Por que agora deixar isso morrer, por causa desse "marketing podre"? Isso é uma exigência da FIFA, que quer que os jogadores usem seus nomes verdadeiros. A FIFA deveria se preocupar com à real situação do futebol, e não ficar se preocupando com os nomes que os jogadores devem ou não usar estampados nas camisas.
Enfim, damos mais valor ao futebol masculino, do que ao feminino. E as meninas vêm dando exemplos ao nosso futebol masculino de como jogar em coletividade. Ontem o que se ouviu no Estádio Mané Garrincha foram gritos de: "Marta! Marta!"..., e gritos de Neymar, Neymar... Onde ecoavam? Lugar nenhum.
Por fim, essa seleção tem que voltar à jogar aquele futebol bonito, com alegria, e um futebol 'arte'. "Neymar e mais vinte e dois", não é assim que te "endeusaram", seja mais humilde com sigo e seus companheiros. Quer um exemplo de ser humilde: na hora de um pênalti, como você é o encarregado de cobrá-lo, pegue a bola e passe para seu companheiro, dizendo-lhe que ele "também faz, e tem obrigações no elenco". Simples assim.
Essa deve ser à cara da seleção, cheia de risos, alegrias... Com todos juntos, numa comemoração e não numa irritação com os companheiros por uma individualidade que, ele fizera.
Sejam leais com todos, nos momentos bons e ruins das partidas. Façam igual às meninas do futebol feminino nas partidas, se doem entre si.

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