Opinião: catástrofe Alviverde à vista...



 [...] Gestão nociva, gastança exacerbada, elenco promíscuo, "garoto problema", eliminações precoces, vaga indefinida na Libertadores e negociações com outros atletas. Um elenco forte quase idêntico ao da "Época Parmalat", que ganhavam praticamente dois campeonatos por ano. Era o sonho de consumo de todos os torcedores palmeirenses.
Imagem do Google: o gigante em queda livre.
   O ano Alviverde começou rodeado de pura fantasia. Todos diziam que o Palmeiras era o elenco mais bem reforçado para a temporada de 2017, por causa das contratações pontuais e jogadores badalados no cenário sul-americano, casos de Guerra e Miguel Borja. 

   Mas ninguém percebeu, o que estampava na cara do Palmeiras! É como àquele provérbio popular: "o defeito tá nas vistas". E nesse caso, o defeito se associava à gestão do Verdão, que se deixou levar pelo 'clímax de oba-oba'... Só porque alguém estava injetando dinheiro nos cofres do clube, não enxergaram as ondas revoltas que se chegariam.

  Quem não se lembra da "Era Parmalat?" Pois é, anos de glórias, com times memoráveis, Evair, Djalminha, Arce, Alex... Com àquele time, ganhava-se dois títulos por ano, mas o que aconteceu depois que a patrocinadora saiu? Dividas, rebaixamentos, anos na fila, enfim, um monte de situações indesejáveis ao gigante Alviverde.

  No entanto, o presidente não conseguiu se dar conta do que estava por vir; uma onda de catástrofes. Sobretudo, ele continuou a gastar exacerbadamente com outros atletas -, só pra satisfazer as vontades dos treinadores que comandavam a equipe. Entretanto, com o final de ano à porta, muitos desses jogadores, nem sequer atuou por dez partidas seguidas.

   Aliás, uma situação que se tornou catastrófica dentro do Palestra, foi a chegada do volante Felipe Melo, que trouxe velhas polêmicas da Europa e ascendeu rusgas antigas contra times sul-americanos (Peñarol-Uruguai). Contudo, essa onda catastrófica estava prestes para aumentar gradativamente, no decorrer das competições.

  Disputando quatro competições: Paulista, Copa do Brasil, Libertadores e Brasileirão. O time sentia-se confiante com o que todos afirmavam com convicção: "a prioridade do Verdão, é à Libertadores!". Ademais, veio a primeira onda e levou o paulistão embora. Já mostrando indícios de que as próximas ondas que viriam, seriam ainda mais fortes. Mas, o Palestra não se abalou com a primeira de muitas quedas que se aproximariam.

  Logo em seguida, veio ondas mais fortes e de quebra, trazendo muitas tempestades para o clube, como, eliminações precoces na Copa do Brasil, Libertadores e inconstâncias na equipe. Tudo culminado com as decisões tomadas pela gestão nociva do Alviverde.  

  Portanto, restava-se um tento pra tentar terminar o ano no ápice. Todavia, diminuir a diferença de pontos do líder para o Verdão, era uma coisa muito rara de acontecer. No entanto, isso estava prestes acontecer, quando no jogo que decidiria o campeonato ou aproximaria os dois na tabela, o atual líder venceu a partida, tirando as chances do Palestra.

   Depois da derrota dessa quarta-feira, 8, para um time que luta para sair da zona de rebaixamento, e vendo a chances de título minguarem, a nociva presidência, já está em negociações com alguns atletas, para o ano seguinte. Além do mais, o melhor a se fazer neste momento, é focar numa vaga pra Libertadores. 

  Por fim, a catástrofe palmeirense pode ainda ser maior se o time não ficar no G-4, faltando cinco rodadas para o término do campeonato brasileiro. Para o Alviverde, uma vaga na pré-libertadores, não é um bom resultado. Ademais, têm os torcedores que se apegaram a hipótese, de que poderiam ser campeões sul-americanos neste. 

   Enfim, o sonho continua no próximo ano...         

          

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