Opinião: o desmonte Tricolor
A dança das cadeiras já começou no Tricolor Baiano, começando pela presidência e se estendendo para o elenco. É que as eleições presidenciais acontecerão neste final de semana [sábado], mas antes que o novo presidente seja eleito, o processo de desmonte do elenco está em curso.
O problema está aí. O ano de 2018 está batendo a porta Tricolor e sem uma nova diretoria definida no comando do clube, os atletas ficam à mercê dos oportunistas (times do sudeste e sul do país) de plantão, que vão levando alguns nomes de destaque durante este ano.
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| Elenco em desmonte. Fto: Jabson Barbosa. |
No início do ano o elenco do Bahia estava vivenciando um momento espetacular dentro de campo, chegando a ser Campeão do Nordeste, com Guto Ferreira comandando à equipe. De repente veio um time do sul e, levou o comandante para dirigir o time deles na série B. Tudo por conta da diretoria Tricolor que não soube agir de forma eficaz quanto a sua gestão (Marcelo Sant'ana).
Gestão que fora muito regular durante todos esses anos, apesar de ainda ser uma gestão jovem que futuramente, quem sabe possa administrar melhor o clube. Sobretudo, no meio do ano o clube passou por instabilidade ao fazer rodízios de treinadores na equipe. Foram quatro trocas de técnicos durante a temporada de 2017, o único que 'provavelmente' continua para o ano que vem -, é Paulo César Carpegiani.
Aliás, com uma diretoria incerta para apropriar-se da cadeira nos próximos dias, pode resultar na saída de alguns nomes que fizeram a diferença este ano no elenco do Tricolor de Aço, como, é o caso de Renê Júnior, Zé Rafael, Jean, e etc., que eram do clube, e agora estão em debandada para os clubes do sudeste e sul e até pro exterior. Por que culpar a administração antiga?
Porque ela (Sant'ana) deveria ter previsto que isso aconteceria a qualquer momento, até por conta da boa campanha que o time vinha fazendo com o Guto. Ademais, tem os que são emprestados ao clube como, Allione, Thiago Martins e Matheus Sales (Palmeiras), Mendoza (Corinthians), e etc., Alguns bons nomes que também são incertos para a próxima temporada.
Portanto, a nova diretoria é incerta assim como os atletas que podem deixar o clube a qualquer instante. E, se o pensamento da nova "gestão" não estiver focada no clube para o ano de 2018, o time pode brigar na parte de baixo da tabela.
Enfim, o time precisa galgar títulos grandes na temporada que vem. A administração tem que repensar tudo isso, para que o Bahia não apequene.
Gestão que fora muito regular durante todos esses anos, apesar de ainda ser uma gestão jovem que futuramente, quem sabe possa administrar melhor o clube. Sobretudo, no meio do ano o clube passou por instabilidade ao fazer rodízios de treinadores na equipe. Foram quatro trocas de técnicos durante a temporada de 2017, o único que 'provavelmente' continua para o ano que vem -, é Paulo César Carpegiani.
Aliás, com uma diretoria incerta para apropriar-se da cadeira nos próximos dias, pode resultar na saída de alguns nomes que fizeram a diferença este ano no elenco do Tricolor de Aço, como, é o caso de Renê Júnior, Zé Rafael, Jean, e etc., que eram do clube, e agora estão em debandada para os clubes do sudeste e sul e até pro exterior. Por que culpar a administração antiga?
Porque ela (Sant'ana) deveria ter previsto que isso aconteceria a qualquer momento, até por conta da boa campanha que o time vinha fazendo com o Guto. Ademais, tem os que são emprestados ao clube como, Allione, Thiago Martins e Matheus Sales (Palmeiras), Mendoza (Corinthians), e etc., Alguns bons nomes que também são incertos para a próxima temporada.
Portanto, a nova diretoria é incerta assim como os atletas que podem deixar o clube a qualquer instante. E, se o pensamento da nova "gestão" não estiver focada no clube para o ano de 2018, o time pode brigar na parte de baixo da tabela.
Enfim, o time precisa galgar títulos grandes na temporada que vem. A administração tem que repensar tudo isso, para que o Bahia não apequene.

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